«… tomem os homens motivo de não desanimarem com os trabalhos da vida para deixarem de fazer o que devem, porque não há nenhuns, por grandes que sejam, com que não possa a natureza humana, ajudada do favor divino, e por outra me ajudem a dar graças ao Senhor omnipotente por usar comigo da sua infinita misericórdia, apesar de todos os meus pecados, porque eu entendo e confesso que deles me nasceram todos os males que por mim passaram, e dela as forças e o ânimo para os poder passar e escapar deles com vida»
– Cap. I, A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto



Restaurante e panorâmica da costa norte de Gorontalo, nas proximidades do forte Otanaha. Ao fundo o Mar das Celebes e a Ilha de Ponelo.
Varanus entre Boroko e Pogaian Beach.


Povoamento ao longo dos rios junto à costa do Golfo de Tomini.
Ponte Pelasa entre Pongaian e Palu.

[Pogaian – Palu] Exaustos e sedentos depois de uma dura jornada no transporte de cocos, os bois são o parceiro essencial do homem nesta região.

No istmo de Minahasa, a montanha desmaia-se para a estrada.
Segurar a montanha de terra-poeira constitui verdadeiro desafio na construção da estrada.
Uma escada para o céu, lá por cima da copa da árvore mais alta.


Jardins de floresta de montanha tropical húmida e vista sobre o golfo de Tomini.
Chegada ao golfo de Palu no Estreito de Makassar, Sulawesy.


Estreito de Macassar, entre a ilha de Sulawesi (Celebes) e a ilha de Kalimantan (Bornéu).
Mapa que ilustra o livro publicado por Alfred Russel Wallace, “The Malay Archipelago” no qual aparece a referência à linha que separa a Ásia da Wallacea e Sahul (Oceânia), a linha de Wallace.

Troço da Trans Brunei em construção.
Uma das muitas travessias dos rios em Bornéu.

Habitação em Kampung Ayer, a aldeia de palafitas bugis que fica defronte da capital do Sultanato do Brunei.

